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Descubra se você se encaixa na faixa salarial do Minha Casa Minha Vida

Muitas pessoas se encaixam na faixa salarial Minha Casa Minha Vida e não sabem. Esse fato faz com que elas percam a chance de aproveitar as condições facilitadas que o financiamento proporciona, podendo assim, conquistar a tão sonhada casa própria.

Mas não apenas isso. A falta de informação também leva ao adiamento da compra do apartamento e, assim, muitos indivíduos continuam pagando aluguel. Ou seja, se esses usuários tivessem optado pela ajuda do programa, tais gastos não seriam mais necessários. Agora, além de se informar sobre o MCMV, ainda há o novo Programa Casa Verde e Amarela, que logo deve ser lançado pelo governo.

Diante disso, resolvemos trazer mais conhecimento aos nossos leitores. Neste artigo, vamos mostrar quem pode participar do Minha Casa Minha Vida, como será o Casa Verde e Amarela e quais são as vantagens oferecidas para cada perfil de comprador. Continue lendo e aproveite os benefícios!

Quem se encaixa na faixa salarial Minha Casa Minha Vida?

As regras para participar do MCMV mudaram no final de 2019, quando o programa habitacional completou 10 anos. Essas alterações foram reflexo do orçamento reduzido do Governo Federal para o ano de 2020.

Ainda assim, a faixa salarial continua sendo o que norteia o valor e a origem dos subsídios, bem como as taxas de juros e as condições do financiamento. Na prática, quanto menor a renda, maiores as vantagens — mas isso não significa que quem ganha mais não tem benefícios.

Para que mais pessoas desfrutem dessas condições, é preciso entender como funciona e qual a sua faixa salarial Minha Casa Minha Vida. Abaixo, conheça as quatro principais delas e que são contempladas pelo programa.

Faixa 1

Fazem parte dessa faixa as famílias com renda bruta de até R$1.800,00 mensais. No caso delas, os recursos utilizados no financiamento de imóveis têm origem no Orçamento Geral da União.

Ao ser selecionadas para participar do programa, essas famílias têm até 120 meses para financiar o imóvel. São prestações mensais, que variam de R$80,00 a R$270,00, conforme a renda de cada uma.

Para esse perfil de beneficiário, a garantia para o financiamento é o próprio imóvel. Outro ponto importante: tanto o Benefício de Prestação Continuada (BPC) quanto o Bolsa Família não devem ser contabilizados na composição da renda familiar.

Faixa 1,5

Nessa faixa, estão as famílias com renda bruta de até R$2.600,00 mensais. Elas podem adquirir um apartamento do MCMV financiado pela Caixa Econômica Federal com taxas de juros de 5% ao ano e até 30 anos para pagar.

Em relação aos subsídios, os descontos no valor do imóvel podem chegar a R$47.500,00. Vale destacar que, a partir dessa faixa, uma parte dos recursos do programa é paga pelo Governo Federal e a outra vem do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Faixa 2

Essa faixa abrange as famílias com renda bruta mensal de até R$4.000,00. Assim como na faixa 1,5, na faixa 2 os recursos também provêm do Governo Federal e do FGTS. Para esses beneficiários, os subsídios podem chegar a R$29.000,00 e o prazo para pagar pode ser de até 30 anos — uma ajuda e tanto, não é?

Faixa 3

A última faixa atendida pelo MCMV é composta pelas famílias que têm renda bruta mensal de, até R$7.000,00. As vantagens oferecidas são taxas de juros diferenciadas, bem menores do que as cobradas por bancos e outras instituições financeiras. Além disso, o financiamento pode se estender por até 35 anos.

O que é levado em conta para participar do programa?

Além da renda bruta familiar de, no máximo, R$7.000,00, outros fatores são necessários para participar do programa. Assim, o responsável pelo financiamento:

  • precisa comprovar que o imóvel pretendido fica na região em que já reside ou trabalha;
  • não pode ter casa própria ou outro financiamento imobiliário em seu nome;
  • não pode ser beneficiário de outras linhas de subsídios para habitação do Governo Federal;
  • não poderá usar o imóvel do MCMV para fins comerciais nem vendê-lo antes de quitar o financiamento;
  • precisa comprovar renda (por meio da carteira de trabalho, contracheques atualizados e/ou declaração do Imposto de Renda);
  • profissionais autônomos precisam apresentar o carnê do INSS, para comprovar o recolhimento de impostos sociais;
  • deve ter registro ativo no Cadastro Único (no caso de famílias que ganham até meio salário mínimo por membro ou até três salários mínimos como renda total).

Como são os imóveis do Minha Casa Minha Vida?

Os empreendimentos do Minha Casa Minha Vida são bem variados, pois atendem a diversos públicos. Mas os imóveis financiados pelas famílias que se encaixam nas faixas 2 e 3 do programa, especificamente, nem de longe lembram os conjuntos mais populares.

Para começar, são bem localizados. Muitos estão situados próximos a linhas de transporte público, em vias pavimentadas, com saneamento básico e boa iluminação.

Já os apartamentos, por sua vez, têm plantas inteligentes, com ambientes integrados, boa ventilação e bom aproveitamento da luminosidade natural. Geralmente, contam com uma suíte e dois ou três dormitórios, além de terraço.

Além disso, ficam em condomínios fechados, o que aumenta a segurança dos moradores, graças à portaria 24 horas. Isso sem falar nas vantagens das áreas de lazer completas, com piscina, churrasqueira, salão de festas, espaço gourmet, salão de jogos, academia, quadra poliesportiva e outros espaços.

Vale a pena fazer um financiamento pelo programa?

Com certeza. Afinal, trata-se de adquirir o apartamento que sempre sonhou com as melhores condições possíveis. Mas para que o empreendimento reúna todas as qualidades desejadas, tenha atenção ao histórico da construtora.

O que é o programa Casa Verde Amarela?

Em novembro de 2020, o Governo Federal anunciou uma novidade a respeito do Minha Casa Minha Vida. Agora, o tradicional programa receberá um novo nome, Casa Verde e Amarela, e, inclusive, contará com regras diferenciadas e que prometem regularizar a habitação no Brasil.

A proposta desse modelo continuará a mesma — ajudar a população de baixa renda a ter um acesso facilitado aos empreendimentos imobiliários de qualidade. Ainda de acordo com os órgãos responsáveis, o objetivo é atender, no mínimo, 1,6 milhão de famílias até o ano de 2024.

Também vale lembrar que, assim que entrar em vigor, o modelo pretende trabalhar ativamente em questões específicas. Veja quais são elas!

Residências presentes em áreas sem a devida estrutura

Atualmente, uma parcela considerável de moradias construídas no MCMV estão sem a estrutura correta, comprometendo significativamente a qualidade de vida de seus moradores. Como exemplo, destacamos aquelas situadas em áreas de risco.

Outro ponto que pretende ser valorizado nos próximos empreendimentos diz respeito à localização. Daqui para frente, espera-se que mais imóveis sejam construídos próximos aos centros urbanos e com bom adensamento de áreas.

Ausência de escritura

O novo programa pretende regularizar a situação de inúmeros imóveis do MCMV, como aqueles que estão sem a sua escritura — documento extremamente importante para validar juridicamente a compra do espaço.

Quais são as faixas salariais/grupos de renda desse programa?

Assim como o programa faixa salarial Minha Casa Minha Vida era dividido em faixas, o novo modelo também terá as suas categorias. A seguir, contamos quais são eles e as suas respectivas taxas de juros. Anote!

  • Faixa 1,5: famílias com renda mensal de até R$2 mil. Taxa de juros de 4,25% ao ano para o Nordeste e Norte e de 4,5% para o restante do país;
  • Faixa 2: famílias com renda mensal que vão de R$2 mil até R$4 mil. Taxa de juros de 4,75%para o Norte e Nordeste e de 5% para outras regiões brasileiras;
  • Faixa 3: famílias com renda mensal variando entre R$4 mil e R$7 mil. Taxa de juros de 7,66% ao ano.

Para os usuários categorizados na Faixa 1, o Programa vai oferecer a possibilidade de compra subsidiada e financiada, assim como regularização fundiária e melhorias de cunho habitacional. Já nas Faixas 2 e 3 haverá a opção de acessar o financiamento, mas com taxas um pouco maiores que a do primeiro Grupo, assim como a regularização fundiária.

Quem pode participar do programa?

Para participar do Casa Verde e Amarela, é importante que o indivíduo não tenha imóveis em seu nome, sejam eles financiados, sejam quitados. Depois disso, é fundamental que outros requisitos sejam cumpridos, como:

  • conseguir comprovar renda;
  • não estar com o nome “sujo”, ou seja, nos sistemas de proteção de crédito, como o Serasa ou SPC;
  • enquadrar-se em uma das faixas do Programa;
  • não comprometer mais do que 30% da sua renda mensal;
  • escolher um imóvel na mesma região de seu trabalho ou moradia.

Agora é com você. Sente-se com a família e levante as suas fontes de renda. Não se preocupe com a precisão nos valores, pois as financeiras sempre realizam uma análise de crédito para determinar, exatamente, a taxa de juros e o valor do subsídio ao qual os interessados têm direito.

De qualquer maneira, faça uma estimativa do quanto a sua família recebe, como renda bruta mensal — aqui, é importante ressaltar que é possível que até três pessoas componham a renda familiar.

A partir daí, descubra em qual faixa salarial Minha Casa Minha Vida vocês se encaixam ou em que grupo do Casa Verde e Amarela estão enquadrados. Ter uma ideia prévia é interessante para começar a procurar um imóvel que caiba no orçamento. Você verá que, com tantas facilidades, quando menos esperar, estarão de mudança para a casa própria!

E então, após essa leitura completa, ficou fácil de entender mais sobre a faixa salarial Minha Casa Minha Vida e os grupos do Casa Verde e Amarela, além das suas especificações? Esperamos que sim! Caso ainda esteja em dúvida ou queira conferir algumas unidades que se encaixam nessa modalidade, aproveite para entrar em contato conosco e começar a colocar o seu sonho fora do papel!